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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Iriny e Ricky

Um dia um homem telefona a uma mulher de uma agência imobiliária para combinar uma visita a uma casa em cascos de rolha. A combinação de ambos passava por uma boleia no carro de Ricky, já que o local era algo ermo e sem uma grande rede de transportes.
O ponto de encontro destinado para aqueles dois era um pequeno centro comercial da moda.
Iriny, olhava para aquele homem com pasmo que achava especialmente dialogante e confiante. Naquele dia, ela sabia que iria jogar sujo, não era intenção mor vender o imóvel, ficava demasiado descolocado do centro da cidade,  era seu desejo ter o seu novo amor mais perto de si.
Ricky não imaginava essas coagitações sentimentais. Um telefonema fez-se para combinar o primeiro encontro, após múltiplas conversas na net, sms's e alguns telefonemas. A conversa é curta, o último passo para o tão almejado primeiro encontro. 
Ricky: Estou, bom dia, Iriny. Como vai isso?
Iriny: Está tudo bem, obrigada.
Ricky: Já estás pronta, para cá vires ter?
Iriny: É só acabar de enviar um email, saio já. Olha, como eu te vou conhecer?
Ricky: É fácil, eu vou ser o homem mais bonito da sala.
Iriny: A sério? Então, se assim for, irei descobrir logo.
Ricky: Aposto que sim. Até já.
Iriny: Até já
Iriny ainda passou pelo espelho luminoso da casa-de-banho, saindo logo apressada para apanhar um dos autocarros amarelos que circulam pela capital. Nessa manhã levava um vestido preto a cair pelos joelhos magros,calçava umas meias de cor marrnon e uns tamancos escuros. 
Quando se apeou do autocarro, foi directa ao centro comercial. Estavam na zona dos cafés,  uma dúzia de pessoas, entre elas só 3 homens com o perfil adequado. Ela olha para um e outro e apenas sorriu, agarra no telemóvel e enviou um toque.
Rapidamente viu quem era Ricky. Um homem elegante e sólido, com cara de fuinha mas sem deixar de possuir um ar agradável. Trava-se um curto diálogo:
Ricky: - Valeu a demora, mas já nos conhecemos.
Iriny: Até não demorou muito.

A viagem até fora da cidade decorreu de forma normal, até que ele pede para ela se sentar ao volante, porém a resposta obtida foi de recusa:

Iriny: Olha não sei conduzir e hoje não me apetece aprender. Vamos antes despachar isso, depois posso ainda ficar para almoçar contigo.
Ricky: Não quero ver a casa, quero que fiques aí e aceleres o meu carro. Eu compro-te a casa com a tua comissão maior, mas por favor, faz-me isso.
Iriny: Que disparate! Acelerar o carro para quê?
Ricky: Porque o odeio, a minha ex. usou-o para me trair.
Irina: Ok, trata tu de fazeres isso.
Ricky: Não sou capaz, porque... não sei... assim prefiro ver por fora.
Iriny: Sim a tal mulher que me falaste. Sim, faço-te isso, por especial atenção, mas poderias ter dito logo o que querias.
Ricky: Ah, não fui capaz. Desculpa.
Iriny: Ok, Não faz mal.

Ricky contagiava o ambiente com mentiras.
A aceleração começou e a rapariga perguntava pelo fim do suplicio mecânico: "Oh pá, já estou nas 5000 mil rotações! Mais do que isso, estraga. Acho eu. A resposta foi assertiva: "Nã, até convém ser o máximo que assim aproveito assinalo ou reparo um problema do motor que de repente comecei a notar." De facto Ricky tinha razão, o motor não tinha água, apenas fervia. Irina, observadora atentou aos berros: "Querido, isto ainda explode, está a ferver"
Ele notou o ar de preocupação e interpôs-se logo: "Pois, houve uma fuga de água, mas tenho um garrafão, vou atestar, o motor está quente, para não partir, tem que ser com ele a trabalhar." Ricky, um inventor da mecânica do prazer da parafilia, argumenta com uma tontice: "Amor, agora dois minutos o máximo para ele comprimir esta água toda."

Ela acelerou, até o carro implodir no pouco vapor que restava. Pelo cheiro ela sentir que era possível um incêndio. Sai derreada para um dos uns flancos e acaba por ver o seu companheiro  a masturbar-se avidamente. Ficou chocada. Sem palavras. Ricky sem perder tempo lançou logo a seguinte frase: - Não sentiste tesão na cona? Foi soberbo!
Iriny, furiosa e fora de si, responde: Sentiria esse tesão que dizes se me a fodesses!

Pecado: não ter ido primeiro a casa pra venda para uma sessão de gran erotismo. Desta forma não há pedal pumping que aguente!

Sin In

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